O livro impresso pode ser porta de entrada para novos conteúdos no mundo virtual? Há conexões entre esses dois universos? Vale a pena investir em novos formatos?
Para responder a essas e outras perguntas, elaboradas a partir do edital do PNLD 2024, que aprofunda o uso de recursos interativos, o podcast Ondas Impressas ouviu representantes de três segmentos do mercado editorial: Ângelo Xavier, diretor geral da Moderna, editora voltada ao didático; Isabel Malzoni, coordenadora editorial da Editora Caixote, ligada ao público infanto-juvenil; e Marcos da Veiga Pereira, sócio da Sextante, focada em literatura geral.
Eles comentam sobre a evolução dos formatos, como o livro interativo, os aplicativos literários e o audiolivro, em suas próprias editoras, as aplicações e viabilidade dessas plataformas e a adesão dos leitores/usuários a esses modelos. “Ainda existe um caminho a ser percorrido pelos aplicativos literários do ponto de vista de mercado e da tecnologia”, afirma Isabel Malzoni.
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O livro impresso, nosso país, ainda se faz necessário.
Acredito que o maior laboratório para esta afirmativa, foi a pandemia, onde alunos e professores ficaram órfãos de conteúdos e acessos a tecnologia e muitos foram salvos pelo material impresso.
Fico imaginando, como ficaria aquelas escolas isoladas, sem este recurso impresso.
Acredito que a tecnologia é algo MEGA importante e que veio trazer mais vida ao livro impresso, os dois devem estar alinhados e não um substituir o outro.
Estamos juntos, João!